fesojusPara justificar a extinção do cargo, o TJ-TO alega dificuldades financeiras e diz que as atribuições dos oficiais de justiça foram reduzidas em razão do processo eletrônico, o e-Proc, e as comunicações se fazem, via de regra, pelo sistema online ou pelos correios.

Os argumentos foram rebatidos firmemente pelo presidente da Fesojus que apresentou estudo técnico financeiro que aponta alternativas para acabar com o impasse. Além disso, João Batista ponderou que o oficial de justiça é determinante para uma melhor prestação jurisdicional no Tocantins e no Brasil. Ele é o profissional que tem mais contato com as partes e traz esse lado humanitário para a justiça, além de ter conhecimento jurídico.

O Presidente do TJTO ficou de analisar o estudo apresentado pela FESOJUS e agendar nova reunião.

Fonte: http://www.sindojusgo.org.br